74a Edição da Revista TH
Editoria da Revista TH, com Henrique Vieira Filho
Terapia e Arte
Editoria da Revista TH, com Henrique Vieira Filho
O Artista Visual e Psicanalista, Henrique Vieira Filho, aborda a polêmica de branqueamento nas artes sacras, em contraponto ao fenômeno das Madonas Negras.
O Psicanalista e Artista Plástico Henrique Vieira Filho nos conta lendas e histórias relacionadas ao Carnaval, bem como a visão psicanalítica e holística sobre este período, tudo ilustrado com suas belas pinturas
Henrique Vieira Filho relata para o Jornal O SERRANO as adaptações dos rituais antigos até chegarem aos nossos tempos, miscigenadas como tradições de Natal
Ostara, Eostre, Ēostre ou Ostera é a deusa primaveril anglo-saxã, de cuja história originaram as tradições de coelhos e ovos de Páscoa (em inglês: “Easter”, palavra derivada do nome desta divindade), a qual, no hemisfério norte decorre do início da Primavera.
Exatos mil tsurus ornamentam o empoderamento feminino oriental, homenageando a clássica pose da “Estátua Da Paz”, de Nagasaki, meditando e zelando pela paz.
De forma pioneira, implantou-se no serviço público de saúde de nove cidades (Novo Horizonte / SP, Espírito Santo do Turvo / SP, Onda Verde / SP, Rio Claro / SP, Paracatu / MG, Nova Era / MG, Matozinhos / MG, Água Comprida / MG e Galvão / SC), uma série de técnicas que, nos dias atuais, o Ministério da Saúde busca ofertar, por meio da Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC).
Realizei esse texto, com a vontade de apresentar aos colegas, uma vivência de Arteterapia em conjunto com a Psicoterapia, acreditando que com essa pequena vivência, os demais colegas se aprofundem e possam levar essa ferramenta para seus locais de trabalho.
O Artista e Psicanalista Henrique Vieira Filho fala sobre o fenômeno da personagem Arlequina, retratada em várias de suas Artes e Fotografias, bem como sua interpretação na Psicanálise, se fosse um caso da vida real.
Henrique Vieira Filho aborda a dissociação entre o calendário oficial e o que a Natureza nos propõe.
Enquanto o “fim de ano”, no Hemisfério Norte, está em sincronia com o INVERNO, ou seja, o período de declínio energético, do risco de morte, das adversidades da natureza, seguido na PRIMAVERA, como ponto de partida de um “ano novo”, aqui no Brasil, temos que nos convencer que o ciclo “acabou” justamente no VERÃO, ou seja, quando estamos no auge da energia e deveríamos estar no máximo da ação…