Liberdade Com Rosto Indígena, Igualdade Com Pintura Tribal
Nem toda liberdade nasce de uma revolução armada. Algumas brotam devagar, como raiz. Crescem como cipó, discretas, firmes, sustentando florestas e futuros
Terapia e Arte
Nem toda liberdade nasce de uma revolução armada. Algumas brotam devagar, como raiz. Crescem como cipó, discretas, firmes, sustentando florestas e futuros
Esta semana, enquanto a Slow Art Week Brazil embevecia nossos corações com a rica tapeçaria do “Do Rural Ao Urbano – A Diversidade Das Artes”, permiti-me uma experiência um tanto… cibernética! Pus uma IA – Inteligência Artificial para assistir a um vídeo da exposição.
Neste artigo para o Jornal O SERRANO, Henrique Vieira Filho trata da origem do Dia Da Mentira e dos cativantes ‘trapaceiros’ da literatura e mitologia, como Loky, Hermes, Exu, Maui, Rei Macaco e o conto da Verdade nua e crua.
Ah, prezados leitores! Hoje, este humilde (nem tanto…) cronista convida-os a uma reflexão sobre a arte de permitir que o tempo dance em outro ritmo.
E se, por um dia, trocássemos o aroma da carne pelo perfume das ervas frescas? Se substituíssemos o peso do consumo pela leveza da consciência? Se abríssemos mão do excesso e valorizássemos a essência da água, fonte da vida? Se nos permitíssemos ouvir as ‘Ideias para adiar o fim do mundo’, como nos convida Ailton Krenak, e a voz de Kena Marubo, que ecoa a sabedoria ancestral de seu povo? Se nos deixássemos encantar pela voz da Sereia Lúthien, que canta a beleza e a fragilidade dos oceanos? Talvez, apenas talvez, pudéssemos ouvir o sussurro da Terra, o murmúrio das águas, o canto dos povos originários e as melodias da natureza, um convite para um congraçamento mais generoso, onde todos têm lugar à mesa, onde a fartura não significa desperdício, onde a vida é celebrada em sua plenitude
Neste artigo, Henrique Vieira Filho compartilha os desafios de manter a Residência Artística em Serra Negra, um espaço dedicado à cultura e ao acolhimento de artistas. Ele relata a dificuldade em equilibrar a paixão pela arte com a necessidade de recursos financeiros, especialmente diante dos atrasos nos repasses de verbas públicas. Com humor e fé, o autor recorre a São Onofre e Santo Expedito, buscando auxílio divino para superar os obstáculos. Apesar das dificuldades, a Residência Artística segue firme em seu propósito de oferecer eventos culturais gratuitos à comunidade, convidando a todos para a Celebração Re Arte.
A crônica de Henrique Vieira Filho aborda a questão do consumo excessivo de carne e seus impactos ambientais, destacando a…
Esta sarcástica crônica de Henrique Vieira Filho traça um paralelo irônico entre os pedágios modernos e sua origem na Babilônia de Nabucodonosor, passando pela Idade Média, o Brasil colonial e até mesmo figuras lendárias como Robin Hood.
Com humor ácido, o texto critica a proliferação de pedágios no Circuito das Águas Paulista, onde visitar cidades vizinhas corre o risco de virar uma experiência paga.